28.12.11

Arqueologia: trechos de um rascunho há muito perdido.

"(...) a ausência de sono, o travesseiro molhado e o coração em estilhaços me deram coragem de vir e tentar rascunhar um pouco da nossa pseudo-história.

(...) Poderia dizer que tudo teve início naquele dia onde as ameixas cheiravam tão bem, e foi quando parti a seu encontro. (...)

O resto você já sabe. (...) você me respondeu: "Impulso".

(...) Acredito piamente que só cheguei a esse ponto devido à curiosidade que ficou pairando no ar. Então a hora certa era essa (...)


(...) Mas o que mais amo em ti são os seus abraços.... Assim, fui tomada  por ternura e de uma vontade intensa em lhe destinar as melhores coisas que haviam em mim. (...) soube o exato lugar  que ocupava em sua vida (...). 

E o que é que eu faço com o meu amor?"

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Foi só o tempo de deixar ir embora.

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