8.2.12

Tortuosa.

Eu? Eu tenho guardada na cabeça uma ideia que não tem a mínima razão de ser, mas que, de uma forma ou de outra, tem me dado motivos viver os dias num sonho acordado, plenamente consciente.
O fato é que levando em consideração a crueza que tem sido esse tal de cotidiano, até que sonhar um pouco com o improvável não faz tão mal...

28.1.12

"Love me, love me. Say you do."

Terrivelmente sensível, vocês sabem, é a proximidade do Carnaval. Mas parece até que nunca houve nada antes...
Eis que ultimamente eu voltei a acreditar e a sentir saudades de simplesmente sentir.  Saudades de  conhecer o rosto e sorrisos do meu futuro alguém, de poder lhe observar com os olhos mais embevecidos que eu tiver, de lhe destinar o meu melhor sorriso, o melhor de mim. De percorrer todos os caminhos da palma de sua mão, de desfazer todas as linhas de tensão impressas em sua testa, de saber caber-me  em seu corpo, de me aninhar em seu abraço. 
Parece que finalmente estou de volta. Mesmo. Os dias de cão acabaram.
E viva mais um pseudo-amor impossível.

E eu vou deixando a vida acontecer lá do lado de fora,

enquanto exercito a milenar arte de bater boca com minha mãe por bobagem. Não, não por bobagem. Talvez nossos problemas se resumam à uma única palavra, cujo significado ela finge não entender: individualidade.

29.12.11

28.12.11

Atrasada, como sempre.

Mas é que só agora "descobri" Marcelo Jeneci.

Olho para esse tal lugar

e penso na quantidade de posts que preciso mandar para o lixo.

Sem me reconhecer

Cheguei em casa e devorei um prato de salada. Tive a nítida sensação de que poderia passar um verão inteiro só me alimentando disso.
Seria essa a tal da maturidade?

Arqueologia: trechos de um rascunho há muito perdido.

"(...) a ausência de sono, o travesseiro molhado e o coração em estilhaços me deram coragem de vir e tentar rascunhar um pouco da nossa pseudo-história.

(...) Poderia dizer que tudo teve início naquele dia onde as ameixas cheiravam tão bem, e foi quando parti a seu encontro. (...)

O resto você já sabe. (...) você me respondeu: "Impulso".

(...) Acredito piamente que só cheguei a esse ponto devido à curiosidade que ficou pairando no ar. Então a hora certa era essa (...)


(...) Mas o que mais amo em ti são os seus abraços.... Assim, fui tomada  por ternura e de uma vontade intensa em lhe destinar as melhores coisas que haviam em mim. (...) soube o exato lugar  que ocupava em sua vida (...). 

E o que é que eu faço com o meu amor?"

*
*
*

Foi só o tempo de deixar ir embora.

24.12.11

Fechar um ciclo

é perceber que você já não sente mais falta daqueles votos de "feliz aniversário" que nunca antes lhe foram destinados.

11.12.11

Oh céus, oh céus!

Eu sempre hei de me questionar o porquê das pessoas que moram nessa casa não apreciarem o silêncio...

Já começou a lascar. Mas está difícil rolar um desapego

Tudo bem que esmalte Risqué já não anda mais aquela pechincha de tempos atrás. Mas quer saber? O amigo daí de cima te garante unhas de moça elegante e de fino trato.

4.11.11

É que demora pra gente entender...

que não dá para cobrar dos outros a mesma intensidade, dedicação, cuidado, etc etc que temos com a vida, com o amor, com o trabalho...

2.11.11

Obviamente,

as pessoas já estão devidamente enlouquecidas com suas monografias. Eu ainda estou aqui me dando férias, e lááá aos 45' do segundo tempo a gente vai começar a surtar.

30.10.11

O que incomoda aos outros...

Todas as vendedoras de roupa cismam em querer marcar, com um cintinho,  a minha cintura inexistente.

Todas as cabeleireiras querem alisar as minhas madeixas volumosas.


22.10.11

De repente

eu tropecei em mim mesma, e me vi desejando que a segunda-feira chegasse daqui a dois minutos.

16.10.11

"Mas minha filha, você consegue andar com isso?"

Papai não sabe, mas poucas coisas tem o poder de levantar a auto-estima de uma moça  tal como um novo par de saltos.

Tiazona.

A impiedosa insônia no sábado de madrugada, certamente a faz sentir assim. 


Um sábado, uma visita.

Ela insiste em permanecer no desaviso.
Jazendo insone, pensa no completo desconcerto que a beleza do tal rapaz lhe causa.
Ambos sabem, e já proferiram em segredo, que não valem muita coisa.